Privacidade

O que a gente guarda, e por quê.

Em português, sem parágrafo de advogado. Se ficar dúvida, chama no WhatsApp que a gente explica.

Quem é quem

A empresa de turismo que assina o FluxoBus é quem decide o que coletar do passageiro e para quê. Nós fornecemos o sistema e guardamos esses dados por conta dela, seguindo o que ela pede. Na linguagem da LGPD: ela é a controladora, nós somos o operador.

Que dados existem no sistema

Da equipe (quem usa o sistema)nome, e-mail, papel e senha guardada embaralhada
Do passageironome, poltrona, embarque e o que pagou; CPF e telefone só se a empresa preencher
Da encomendaremetente, destinatário e o volume
Do usoregistro de quem lançou, cancelou e conferiu cada coisa
De acessode qual endereço de internet (IP) e em que horário cada conta entrou — guardado 6 meses, como manda o Marco Civil da Internet

Não pedimos dado de cartão, não fazemos rastreamento de navegação e não colocamos nenhum pixel de publicidade neste site.

Quem enxerga o quê

Dentro do sistema, o acesso é limitado por papel: o vendedor vê as vendas dele, e o telefone do passageiro só aparece para quem fez aquela venda e para o administrador. O documento aparece para a equipe de vendas, porque a lista de embarque é conferida com ele na hora de subir no ônibus. Quem confere o embarque na porta vê nome, poltrona e o que falta pagar — não vê documento nem telefone de venda que não é dele. Uma empresa cliente nunca enxerga o dado de outra.

Onde fica e por quanto tempo

Os dados ficam em servidor gerenciado na Cloudflare, com backup nosso. Eles permanecem enquanto a empresa for cliente. Ao encerrar, exportamos tudo para ela em arquivo e apagamos o que fica conosco — inclusive dos backups, dentro do prazo do ciclo de retenção.

Mesmo com a empresa ativa, o sistema apaga sozinho o que deixou de ter motivo para existir: 12 meses depois da viagem somem telefone e observações do passageiro; 5 anos depois somem nome e documento, ficando só o registro financeiro (poltrona, valor, pago) — cinco anos porque é o prazo em que a empresa ainda pode ser cobrada por um cliente ou pelo Fisco. O registro de acesso sai aos 6 meses.

Os dados saem do Brasil

Precisa estar escrito, porque é verdade: a infraestrutura da Cloudflare que guarda o banco do FluxoBus fica hoje na América do Norte. Não existe região da Cloudflare no Brasil para esse tipo de banco, então essa é uma transferência internacional de dados, na forma do art. 33 da LGPD — e a empresa cliente declara ciência dela no contrato. A proteção não muda por causa disso: o dado continua cifrado em trânsito, com as mesmas regras de acesso e os mesmos prazos de exclusão descritos acima.

Direitos de quem viajou

Se você foi passageiro e quer saber quais dados seus existem, corrigir ou pedir exclusão, fale primeiro com a empresa de turismo com quem você comprou a passagem — é ela quem decide sobre esses dados. Se preferir falar com a gente, encaminhamos o pedido a ela e ajudamos no que for técnico.

Segurança

Senha nunca é guardada legível — nem nós conseguimos ver a senha de alguém. Cada empresa tem chaves próprias para os comprovantes com QR, e todo acesso ao sistema passa por sessão que expira. Se algum incidente afetar dados de clientes, avisamos as empresas afetadas.

Falar sobre privacidade

Este é o canal oficial para assuntos de dados pessoais: WhatsApp (75) 99925-4266, dizendo que o assunto é privacidade. Esse tipo de pedido é tratado separado do suporte do dia a dia.

O FluxoBus é operado por um agente de tratamento de pequeno porte, que pela Resolução CD/ANPD nº 2/2022 não é obrigado a indicar um encarregado (DPO) — mas é obrigado a manter um canal de comunicação com você, que é o acima. Quem responde é o responsável pela empresa, em pessoa.

Última atualização: 31 de julho de 2026. A identificação da empresa (razão social e CNPJ) entra aqui assim que o registro estiver concluído; até lá, o contato oficial é o WhatsApp acima.